terça-feira, 24 de maio de 2011

RESPEITO É BOM

Quando estou escalado para comentar um jogo procuro me preparar da melhor maneira possível. Quanto mais informações você tem a chance de erro é menor. Nesse sentido procurei nas últimas horas saber mais sobre o Cerro Proteño, adversário do Santos na semifinal de Libertadores. E a conclusão é clara: todo cuidado é pouco. Mesmo tendo mais qualidade o Santos precisa respeitar a tradição e o perfil de luta do adversário.

O Santos está disputando sua 11ª Libertadores. Para termos uma idéia de como o Cerro conhece a competição é bom saber que o time paraguaio está na sua 35ª disputa. Dessas, conseguiu chegar agora à quinta semifinal. Em 1973 o Cerro foi eliminado pelo Colo Colo do Chile. Em 78 caiu ante o Deportivo Cali da Colômbia. Em 1993 quem eliminou o Cerro foi o São Paulo, que acabaria campeão. E e m 1998 o Cerro foi despachado pelo Barcelona do Equador, que fez a final contra o Vasco da Gama.

Na Libertadores deste ano o Cerro teve que eliminar o Deportivo Petare da Venezuela para depois entrar e vencer o grupo 5, que também tinha o Santos. Seus principais destaques são o goleiro Diego Barreto, o volante argentino Villarreal, camisa 14, duas vezes campeão da Libertadores pelo Boca Júniors, o meia atacante Jonathan Fabbro, número 17, também argentino, que teve uma passagem discreta pelo Grêmio de Porto Alegre e um outro argentino, o cantroavante Nanni, camisa 19, artilheiro da competição com 7 gols. No banco mais dois jogadores perigosos: o meia Júlio dos Santos, que passou pelo Grêmio e pelo Atlético PR e o menino prodígio da Argentina Iturbe, já vendido ao F.C.do Porto de Portugal.

A exemplo do Santos, o Cerro está no terceiro treinador da temporada. Começou com o argentino Jevier Torrente, substiutuído depoi s pelo paraguaio Blás Cristaldo (uma espécie de Marcelo Martelotte deles) até a chegada do também argentino Leonardo Astrada, ex-volante da seleção vizinha, que também jogou no Grêmio.
 
                                    Foto: Divulgação Santos FC
 

No plano tático é esperado aquele tradicional esquema com duas linhas de quatro, a primeira com Piris, Pedro Benítez, Uglessich e Cesar Benítez e a segunda com Villarreal, Cáceres, Burgos e Iván Torres. Jonathan Fabbro deve fazer a ligação e Nanni jogará isolado à frente.

É isso: para você que vai acompanhar o jogo um pouquinho do adversário do Santos nessa semifinal da Libertadores.
 
 
José Calil

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