O que mudou das derrotas para Flamengo, AtléticoPR, AtléticoGO e Vasco para essas duas vitórias não foi simplesmente a sorte e sim a atitude dos jogadores. A dedicação e o empenho vistos nos dois últimos jogos não vinham ocorrendo. O Santos logo após a Libertadores voltou a ser aquele time burocrático e individualista do início do ano, quando Adílson Batista caiu, um time de compartimentos distantes, sem solidariedade, cada um jogando apenas para s i.
Contra o Bahia e, principalmente, diante do Fluminense, a cooperação entre os atletas voltou. Neymar veio atrás várias vezes para roubar bolas. PH Ganso sofreu até uma pancada na testa, quando ajudava a defesa num escanteio para o adversário. Arouca e Elano se comportaram de maneira completamente diferente do que vinham fazendo. Foi por isso que a sorte ajudou.
Foto: Divulgação Santos FC
Já dizia um velho americano jogador de basquete: "Quanto mais eu treino, mais a sorte me ajuda". É assim que funciona. Esse papo de que as vitórias voltaram simplesmente porque a sorte mudou pode colar para muitos. Prá cima de mim, não. José Calil

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