quarta-feira, 1 de junho de 2011

FINALMENTE O SANTISTA NÃO SOFREU

Vejam como é o futebol. Depois de sofrer tanto em todos os jogos dessa Libertadores, justamente no mais importante, o torcedor do Santos não sofreu. Logo de cara, no gol de Zé Eduardo, o jogo foi resolvido. Se ainda restava alguma dúvida ela foi dirimida com o gol de Neymar no último lance do primeiro tempo, quando foi estabelecido o placar de 3 a 1. Mesmo jogando um péssimo segundo tempo, o pior momento do Santos desde que Muricy chegou, a classificação do time brasileiro não correu risco em momento algum.

A se lamentar, apenas, o inadmissível desequilíbrio emocional do capitão do time, o zegueiro Edu Dracena, desequilíbrio esse manifestado em vários momentos do segundo tempo, culminando com sua justa expulsão no lance derradeiro da partida, algo inconcebível para um jogador de tamanha experiência.

Foto: Divulgação Santos FC

   Como já disse anteriormente torcerei para que o Peñarol enfrente o Santos na grande final. Não pelo aspecto técnico, já que o time uruguaio e o Velez se equivalem. Mas pelo lado histórico. Seria muito legal uma final entre Santos e Peñarol, capaz de reeditar grandes momentos do futebol mundial.

Dois lembretes finais: toda a coletividade santista, diretoria, comissão técnica, jogadores, associados e torcedores, todos, devem agora exercer forte pressão sobre o departamento médico para a liberação de PH Ganso. Se o Santos quer ser campeão da América a presença do seu camisa 10 é fundamental. Nem que, depois, ele fique um, dois ou três meses parado. Ganso precisa jogar essas finais, os dois jogos. Não venham com esse papo de administrar o primeiro jogo para que ele volte no segundo. Isso é uma final de Libertadores, não uma brincadeira.

O outro detalhe é o local da decisão. Já que não dá para ser na Vila Belmiro, em função do regulamento da competição, que seja no Pacaembu, onde o time já jogou e venceu nessa Libertadores. Não me venham com esse papo de Morumbi. Agora não é hora de ganhar dinheiro. É hora de colocar mais uma faixa no peito, a mais importante faixa dos últimos 48 anos.

José Calil

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