A se lamentar, apenas, o inadmissível desequilíbrio emocional do capitão do time, o zegueiro Edu Dracena, desequilíbrio esse manifestado em vários momentos do segundo tempo, culminando com sua justa expulsão no lance derradeiro da partida, algo inconcebível para um jogador de tamanha experiência.
Foto: Divulgação Santos FC
Como já disse anteriormente torcerei para que o Peñarol enfrente o Santos na grande final. Não pelo aspecto técnico, já que o time uruguaio e o Velez se equivalem. Mas pelo lado histórico. Seria muito legal uma final entre Santos e Peñarol, capaz de reeditar grandes momentos do futebol mundial.
Dois lembretes finais: toda a coletividade santista, diretoria, comissão técnica, jogadores, associados e torcedores, todos, devem agora exercer forte pressão sobre o departamento médico para a liberação de PH Ganso. Se o Santos quer ser campeão da América a presença do seu camisa 10 é fundamental. Nem que, depois, ele fique um, dois ou três meses parado. Ganso precisa jogar essas finais, os dois jogos. Não venham com esse papo de administrar o primeiro jogo para que ele volte no segundo. Isso é uma final de Libertadores, não uma brincadeira.
O outro detalhe é o local da decisão. Já que não dá para ser na Vila Belmiro, em função do regulamento da competição, que seja no Pacaembu, onde o time já jogou e venceu nessa Libertadores. Não me venham com esse papo de Morumbi. Agora não é hora de ganhar dinheiro. É hora de colocar mais uma faixa no peito, a mais importante faixa dos últimos 48 anos.
José Calil

EU SOFRI O JOGO INTEIRINHO...KKK
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